CURRÍCULOS-EXPERIMENTAÇÕES E APRENDIZAGENS INVENTIVAS: POR OUTROS MUNDOS POSSÍVEIS

Nome: EVA ADRIANA ROSA FERREIRA OLIVEIRA LUCAS

Data de publicação: 25/04/2024

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
MARIA RIZIANE COSTA PRATES Examinador Externo
SANDRA KRETLI DA SILVA Presidente
TANIA MARA ZANOTTI GUERRA FRIZZERA DELBONI Examinador Interno

Resumo: A dissertação se constitui de uma cartografia das experimentações curriculares que
são tecidas nos cotidianos escolares entre professoras e crianças nos processos de
ensino e aprendizagem. Defende os cotidianos escolares como potente espaço para
experienciar os movimentos-forças-resistências dos currículos-experimentações,
fortalecendo o processo de ensinoaprendizagens, para além de uma educação
dogmática. Os enredamentos da pesquisa foram constituídos entre os movimentos
curriculares tecidos nos agenciamentos e nas experimentações coletivas de uma
escola de Ensino Fundamental I da Rede Municipal de Serra, no Espírito Santo.
Assim, problematizam-se os modos como professoras e crianças reinventam outras
formas de experiências curriculares entre diferenças, singularidades, multiplicidades
e subjetivações. Objetiva, portanto, apresentar os movimentos de invenções
curriculares e as experimentações inventivas que são tecidas entre professoras e
crianças nos cotidianos escolares. Como aporte teórico-metodológico, recorreu-se às
linhas de pensamento da Filosofia da Diferença, com base em Deleuze, Guattari,
Kastrup, Paraíso, Carvalho, Gallo, Silva, Delboni e tantos outros autores que nos
ajudaram a pensar as forçasrelações que são constituídas por entre afetos, devires,
composições e experimentações coletivas nos cotidianos escolares. A cartografia é
usada como caminho metodológico para acompanhar os movimentos rizomáticos que
se constituem no território da Educação Básica, atravessados pelas linhas de vida que
rompem as tentativas de padronização curricular, possibilitando outros modos de criar
currículos que se movem e potencializam as experimentaçõesaprendizagens
inventivas. Portanto, a pesquisa afirma que professoras e crianças criam movimentos
curriculares inventivos que rompem os modelos prescritos de currículos, inventam
currículos-experimentações e aprendizagens inventivas, como outros modos
possíveis de vivenciarem o ensino e a aprendizagem.

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