A FORÇA DO SIGNO DA ARTE DA LITERATURA INFANTIL AFRO-BRASILEIRA NOS MOVIMENTOS CURRICULARES COLETIVOS

Nome: ELIDIANA DO AMARAL CHAVES NASCIMENTO

Data de publicação: 11/03/2026

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
ALLAN DE CARVALHO RODRIGUES Examinador Externo
IRIS VERENA OLIVEIRA Examinador Externo
JANETE MAGALHAES CARVALHO Examinador Interno
SANDRA KRETLI DA SILVA Presidente
TANIA MARA ZANOTTI GUERRA FRIZZERA DELBONI Examinador Interno

Resumo: Esta pesquisa aposta na invenção dos movimentos curriculares com as crianças e professoras
no encontro com o signo da arte da literatura infantil afro-brasileira desenvolvida em um
Centro Municipal de Educação Infantil, no município de Vila Velha-ES. Apresenta como
problemática: O que pode o signo da arte da literatura infantil afro-brasileira produzir nos
encontros entre professoras, crianças e movimentos curriculares coletivos? Aposta-se nas
experimentações estéticas que emergem dos afetos produzidos com a força do signo da arte da
literatura infantil afro-brasileira com as crianças e professoras, percorrendo um mapa aberto
aos possíveis (Deleuze; Guattari, 2022). O estudo é atravessado pela metodologia da
cartografia que acompanha as invenções curriculares cotidianas permeadas pelo signo da arte
da literatura infantil afro-brasileira, compreendida como uma força para movimentar o
pensamento e a desconstrução de estereótipos étnico-raciais. Argumenta-se, por uma invenção
coletiva entrecruzada ao signo da arte, a perspectiva de pensar outros modos e proliferar
espaços de experimentação, e não de representação. Como objetivo central, a pesquisa busca
cartografar a força do signo da arte da literatura infantil afro-brasileira na composição com
crianças e professoras/es nos processos coletivos, afirmando o pensamento de Rolnik (2018)
sobre as micropolíticas ativas que se manifestam em enunciações escritas e imagéticas no
coletivo pesquisado. Nas produções de dados, é possível perceber professoras e crianças que
insistem em borrar os currículos, criando processos de resistência que afirmam uma vida
bonita para todos. Entra-se em relação com o aporte teórico-metodológico, a cartografia com
as redes de conversações, entrecruzando-se na Filosofia da Diferença. Para tanto, tecem-se
conversações com os conceitos desenvolvidos por Deleuze, Rolnik, Nascimento, Evaristo e
outros pensadores. Nesse percurso, propõe-se um movimento capoeirar, que dança e ginga
com a imprevisibilidade e a vitalidade das infâncias, evocando alegrias e abrindo caminhos
para pensar infâncias comprometidas com práticas antirracistas.

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